Não distantes de um profundo e sério debate sobre cultura e etnia no campus universitário da UFSC - Florianópolis, os alunos da disciplina Educação Popular, orientados pela professora Maristela Fantin e seu estário Eliton Seara, se envolveram sem perceber no tema e acabaram criando uma grande socialização com os alunos de licenciatura indígena da UFSC.
Entre os 100, sem frutas foi o problema,mas que logo logo passou e trouxe a cada um do centro, a fruta que queria no momento.
As cores, os rostos, as caras e bocas se se misturavam no hall do CFH que estava repleto de cartazes coloridos sobre libertação sexual. Foi nesse amaranhado de informações que a atividade tomou conta de cada um e servirá de lembrança de que a educação não segrega e não limita. É um eterno movimento, intenso e sadio por natureza.
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